Field Unit DSE diante de um portal azul que revela a Via Láctea sobre o Cerrado.
DARK SKY FIELDWORK

Há noites que ainda precisam ser alcançadas.

Expedições
astronômicas para
encontrar o céu escuro.

Chapada dos Veadeiros,
um dos céus mais escuros
do Brasil.

CONTINUE A EXPLORAÇÃO
DARK SKY EXPLORER

O céu volta a ser território.

A DSE leva pessoas e instrumentos até áreas de céu escuro para observar, explorar e registrar a noite em campo.

Cada missão é preparada de acordo com o território e as condições de observação.

OBSERVATION NETWORK

A Chapada, medida noite após noite.

A Observation Network reúne os Observation Points (OPs): pontos de acesso ao céu escuro identificados e avaliados em campo. Neles, a DSE observa o horizonte, registra fontes de luz artificial e mede o brilho do céu.

As leituras ajudam a planejar as missões. Repetidas sob condições comparáveis, poderão documentar mudanças na qualidade do céu ao longo dos anos.

Queremos que essa base de dados ajude a reunir pesquisadores, comunidades, proprietários e instituições para construir, no futuro, uma candidatura a um reconhecimento internacional do céu escuro da Chapada.

SKY MASTER

O céu, hora a hora.

O Sky Master combina a posição dos astros, a Lua, o horizonte e a previsão do tempo para estimar janelas de observação. Explore o que poderá estar visível, quando e por quanto tempo.

Observation Network
Dark Sky Explorer
Astronomical Expedition Vehicle
Sirius
SKY MASTER · PILOT

Explore as possíveis janelas de observação antes de entrar em campo.

SKY NOW

Leitura ativa da noite
ASTRONOMICAL EPHEMERIS GEOSPATIAL POSITION
NODE CLASS FIELD STUDY
LOCATION RESTRICTED
OBSERVATION POINT
OP-00 PILOT1.191 M
GEOREFERENCE / INTERNAL
LOCAL TIME --:--:-- -- --- ----
LUA18%↓ 21:04
VIA LÁCTEAV120:48–23:31
SATURNOO122:10–00:40
SKY WINDOW CANVAS MAPA TEMPORAL
18H20H22H00H
NIGHT
MOON
MW
SAT
SLOTS
A B
MISSION STATE ESTUDO
NÃO QUALIFICADOSEM AUTORIZAÇÃO OPERACIONAL

MISSION WINDOWS

Janelas indicativas de estudo
SLOT ASUNSET TO STARS
17:52—20:22
VÊNUS · O218:34 · 31° LUA · 18%ocaso 21:04
SLOT BNIGHT FIELD
21:45—00:15
VIA LÁCTEA · V1aparente SATURNO · O1alta observabilidade
WINDOW / TARGET OVERLAP18H → 01H
18202200
VÊNUS
MW
SAT
MISSION

ATMOSPHERE + FIELD

Condição indicativa de estudo · fallback local
ASSESSMENT MODE STUDY ONLY
NUVENS22%
CHUVA8%
TEMP19°
VENTO12
STUDY WEATHER WINDOW18H → 01H
18H20H22H00H CLOUD TEMP
HIGH28%
MID9%
LOW17%
UMIDADE61%Open-Meteo · previsão
DEW SPREAD4°Cmonitorar
SQM-L / OP-0021.551 leitura · hora aprox.
NODE STATUSPILOTnão qualificado

OP / HORIZON PROFILE

Leitura territorial do ponto
OBSERVATION POINTOP-00 PILOTresearch node · restricted
GEOREFERENCEINTERNALfield GPS validated
ALTITUDE1.191 MGPS · provisional
QUALIFICATIONNOT QUALIFIEDstudy use only
HORIZON / SKYGLOW PROFILE FIELD / PARTIAL
PLEIADES / 053.3° URBAN SOURCE / 050.7° N E S W N
HORIZON DATAPARTIALphoto derived
SKYGLOW CORE8°–12°field estimate
SOURCE BEARING050.7° NE11.3 km
SQM-L HISTORY1 REGISTRO
OP-00 PILOT
21.55 MAG/ARCSEC²FIELD READING · HORÁRIO APROXIMADO · AMOSTRA ÚNICA

CALENDAR / DAY SELECTOR

Seletor temporal · condições de estudo
SELECT STUDY DATE SETEMBRO 2026
DAY BRIEF
SELECIONE UM DIA

Resumo rápido da noite.

MISSÕES DSE · ASTRONOMIA DE CAMPO

Sete formas de viver a noite em campo.

Uma missão DSE combina horário, duração, instrumentos e forma de observação em torno das condições astronômicas daquela noite.

Algumas começam ainda no crepúsculo. Outras atravessam a madrugada ou existem para acompanhar um fenômeno específico.

Sunset to Stars

A noite começa antes de escurecer.

Do pôr do sol à adaptação ao escuro, a missão acompanha a transformação completa do céu.

O campo começa com o horizonte ainda visível. Conforme a luz cai, surgem os primeiros astros e a orientação passa da paisagem para o céu.

É uma missão de transição: crepúsculo, primeiras referências celestes e adaptação visual acontecem como partes de uma mesma sequência.

Night Field

Uma noite para percorrer o céu em diferentes escalas.

Olho nu, binóculos e telescópio conduzem uma exploração ampla do céu disponível.

Night Field não depende de um único fenômeno. A missão percorre o céu primeiro a olho nu e depois aproxima regiões de interesse com diferentes instrumentos.

O ritmo é de descoberta: reconhecer estruturas, mudar de escala e seguir aquilo que a noite permite explorar com mais qualidade.

Deep Night

A missão que começa quando a noite fica mais profunda.

Baixa interferência lunar, adaptação noturna e longos períodos sob céu escuro.

Deep Night privilegia horas de maior escuridão e locais protegidos do brilho artificial. É uma experiência mais longa, silenciosa e visualmente exigente.

A observação alterna grandes campos a olho nu e aproximações instrumentais, sem a pressa de acompanhar um único fenômeno.

Lunar Explorer

Uma noite inteira construída ao redor da Lua.

A fase lunar define o relevo, as sombras e os detalhes que estarão disponíveis naquela noite.

Lunar Explorer coloca a Lua no centro da missão. A observação começa pelo disco completo e avança para regiões em que luz e sombra tornam o relevo mais evidente.

Binóculos revelam as grandes formações; o telescópio aproxima crateras, mares e o terminador. Como a iluminação muda continuamente, duas fases mostram paisagens lunares diferentes.

Planet Hunter

Uma missão para acompanhar mundos em movimento.

A observação segue o período em que um planeta ganha posição favorável no céu.

Planet Hunter é construída em torno da presença planetária daquela temporada e do tempo útil de observação acima do horizonte.

A experiência começa localizando o planeta no céu e avança para a observação telescópica, acompanhando os detalhes que suas condições e distância permitem revelar.

Meteor Watch

Esperar faz parte da observação.

Vigílias de campo organizadas para acompanhar períodos de atividade meteórica.

Meteor Watch troca a aproximação do telescópio por campo amplo, visão adaptada e permanência. O participante observa o céu inteiro e espera o acontecimento.

Radiante, Lua, horário de atividade e condições atmosféricas orientam a janela. A missão prepara a vigília; os meteoros continuam sendo um fenômeno natural e imprevisível em cada instante.

First Light

Ficar até o céu devolver o horizonte.

Uma missão de madrugada que termina acompanhando a passagem da noite para a primeira luz.

First Light começa quando ainda é noite e permanece em campo durante a sequência dos crepúsculos até o nascer do Sol.

Estrelas desaparecem, o contraste diminui e o horizonte volta a ganhar forma. O encerramento da missão acontece junto com essa transformação.

INSTRUMENTO DE CAMPO

DSE Sky Atlas.

Desenvolvido para guiar as missões da DSE sob o céu do Hemisfério Sul, o Sky Atlas organiza alvos selecionados em uma cartografia baseada em dados astronômicos reais.

Sem sobrecarregar a leitura, constelações e estrelas de referência ajudam a encontrar cada alvo em campo.

VEÍCULO DE EXPEDIÇÃO ASTRONÔMICA

Da Field Unit ao observatório em campo.

A Field Unit leva participantes, instrumentos e sistemas até o local de observação — e a missão começa antes mesmo da chegada.

No destino, cada elemento assume uma função: observar, orientar, registrar, medir, permanecer e manter a missão operando durante a noite.

FIELD SYSTEMS · VISÃO
Observatório Móvel

Uma estrutura para observar, operar e permanecer.

Instrumentos, energia, mobiliário e sistemas de apoio viajam de forma compacta na Field Unit e são implantados no Observation Point.

O Observatório Móvel organiza a missão ao redor do veículo, distribuindo equipamentos e áreas de uso conforme a operação daquela noite.

O resultado é uma estação temporária preparada para observação, orientação astronômica, captura, monitoramento do céu e permanência em campo.

OPTICAL SYSTEMS · FIELD STATION
Optical Systems

Do céu a olho nu à observação instrumental.

A observação começa com adaptação à escuridão e leitura do céu. Binóculos e telescópios ampliam, em seguida, o que pode ser explorado.

Sob iluminação vermelha, cartas celestes e apontamento a laser orientam o reconhecimento do céu antes da aproximação óptica.

O 10×50 explora grandes campos. O Greika 70/700 aproxima Lua e planetas; o Greika 150/1400, sobre montagem equatorial EQ3, acrescenta maior abertura e uma segunda escala de observação.

SKY LOUNGE · CONTEMPLATION
Sky Lounge

Posições de observação para permanecer sob o céu.

Cadeiras gravidade zero e cadeiras de campo Day Dream, além de puffs e rede, criam diferentes posições para acompanhar o céu a olho nu — inclusive durante vigílias prolongadas.

Parte da experiência acontece simplesmente olhando para cima. As cadeiras gravidade zero favorecem uma postura reclinada para acompanhar grandes áreas do céu por longos períodos, especialmente durante chuvas de meteoros.

As Day Dream acrescentam assentos de campo reforçados para os demais momentos da observação. Puffs e rede completam uma estação pensada para permanecer sob o céu, esperar uma janela astronômica ou simplesmente contemplar.

POWER + CONNECTIVITY · FIELD INFRASTRUCTURE
Power + Connectivity

Infraestrutura para operar longe da rede.

O Observatório Móvel leva sua própria infraestrutura energética para sustentar captura, iluminação, comunicação e sistemas de operação durante a noite.

A operação funciona de forma independente da energia do veículo. A Field Unit permanece como redundância, enquanto o sistema de campo sustenta a implantação por horas, inclusive em vigílias prolongadas.

Quando necessária, a conectividade por satélite integra o Observation Point ao exterior — da comunicação operacional à possibilidade de acompanhar, fora do campo, observações que acontecem ali.

DWARF 3 · COMPUTATIONAL ASTROPHOTOGRAPHY
Astrofotografia Computacional

O céu profundo aparece exposição após exposição.

O DWARF 3 localiza e acompanha galáxias, nebulosas e aglomerados enquanto registra e combina sucessivas capturas durante a missão.

Cada nova exposição acrescenta sinal à imagem acumulada. Na tela, estruturas, cores e detalhes pouco perceptíveis visualmente começam a ganhar definição enquanto a captura continua.

Óptica, câmera, rastreamento e processamento trabalham no mesmo sistema. Em determinadas operações, essa formação progressiva também pode ser acompanhada além do Observation Point.

SQM-L · CITIZEN SCIENCE
Citizen Science

Seu nome pode fazer parte dessa história.

Nas missões de reconhecimento, você poderá participar das medições com orientação da equipe e ajudar a registrar aquela noite.

Estamos desenvolvendo uma ficha de campo preenchida à mão, com data, horário, medições e participantes. A proposta é digitalizá-la e reunir fotografias e outros registros da missão.

Com sua autorização, seu nome poderá acompanhar esse histórico — uma forma de reconhecer quem participou da construção desse trabalho.

SIRIUS · MISSION COMPANION
Sirius

Contexto para o que está prestes a acontecer no céu.

Sirius acompanha a missão e prepara o participante para o que está prestes a observar — relacionando tempo, alvo e contexto astronômico.

A Lua se põe, um planeta ganha altitude, uma janela se aproxima. Antes de olhar, Sirius pode revelar a história e as descobertas por trás daquele alvo, preparando o participante para o encontro com ele.

Essa narrativa pode começar ainda no deslocamento e continuar em campo, conectando etapas, histórias e acontecimentos astronômicos ao momento em que serão vistos.

PHOTO FRAME · MISSION PORTRAIT
Photo Frame

Um registro construído dentro da própria missão.

Participantes, céu e elementos do Observatório Móvel compõem retratos produzidos no Observation Point durante a experiência.

Alguns enquadramentos podem ser preparados como parte da implantação: rede, Field Unit, instrumentos e outras estruturas passam a integrar a composição.

O ponto de vista pode se repetir; a imagem, não. Participantes, Lua, Via Láctea, atmosfera e condições de cada noite fazem o registro pertencer àquela missão.

FORMAS DE PARTICIPAR

Entre na próxima missão.

Viaje na Field Unit ou integre o seu veículo à mesma operação de campo.

Missão DSE
R$250/ pessoa

Seu lugar dentro da Field Unit.

Até quatro participantes seguem com operador de campo, instrumentos e estrutura DSE.

Até 4 participantes
1 operador de campo
Equipamentos incluídos
Missão aberta ou privada
Reservar missão →
Comitiva DSE
R$180/ pessoa

Seu grupo entra com o próprio veículo.

Um veículo adicional acompanha a Field Unit e integra a mesma operação em campo.

1 veículo adicional
Até 4 participantes
Mesmo grupo
Mesma operação
Entrar em comitiva →
CONDIÇÕES DA OPERAÇÃO
RESERVAS ABERTAS

Missão Privada

Reserve uma Field Unit para o seu grupo, com até quatro lugares na mesma saída.

MISSÃO PRIVADA

Comitiva

Adicione um veículo à missão privada e amplie o grupo na mesma operação.

SOB CONSULTA

Missão Aberta

Entre em uma saída aberta pela DSE quando houver janela e vagas disponíveis.

COMUNIDADE DSE
EM DESENVOLVIMENTO

Missão Autônoma

Assuma o protagonismo da missão com competências validadas no Explorer Passport.

MEMBROS
EM DESENVOLVIMENTO

Enterprise Mission

Operação coletiva noturna, com retorno a Brasília, para janelas especiais na Chapada.

COMUNIDADE DSE · FASE DE ORIGEM

Uma missão pode ser só o começo.

A DSE está construindo uma infraestrutura compartilhada para viver a astronomia em campo.

Pathfinder
R$50/ mês

Os primeiros a abrir o caminho.

Entrada seletiva: o primeiro mês inclui o Explorer Passport nominal; a partir do segundo, a mensalidade gera créditos para missões.

Selo de origem Pathfinder
Missões para membros por R$ 200
Origem preservada como Explorer Member
Entrar para a rede
Explorer MemberPróxima etapa

O próximo capítulo da comunidade.

A modalidade regular virá depois da fase Pathfinder. A experiência e as condições de adesão ainda estão em desenvolvimento.

Explorer Passport nominal
Explorer Readiness ou Mission Lead
Participação contínua na Comunidade DSE
EXPLORER PASSPORT · TRAJETÓRIAS
EXPLORER PASSPORT · IDENTIDADE
Explorer Passport nominal

Sua origem acompanha a trajetória.

Nome, número do explorador, missões e selo de origem.

O Explorer Passport nominal identifica o membro e reúne os registros de sua trajetória. Quem entra na fase inicial recebe o selo de origem Pathfinder.

Os selos usam material metalizado com pontos de reflexo controlados. O de origem Pathfinder registra quando essa participação começou.

EXPLORER READINESS · FIELD PRACTICE
Explorer Readiness

Autonomia em campo, sem conduzir a Field Unit.

A mesma formação de campo, com outra responsabilidade sobre o veículo.

Explorer Readiness permite desenvolver as habilidades de observação, preparação e operação em campo previstas para Mission Lead, sem assumir a condução da Field Unit.

As competências são desenvolvidas na prática e registradas conforme forem demonstradas. A diferença entre as trajetórias está na responsabilidade pela retirada e condução do veículo.

MISSION LEAD · TECH / TRAINING
Mission Lead

Preparo para retirar e conduzir a Field Unit.

Além das habilidades comuns de campo, a possibilidade de assumir a condução do veículo.

Mission Lead compartilha a formação de campo de Explorer Readiness e acrescenta o preparo para retirar e conduzir a Field Unit.

Briefing, rota, inventário, implantação e recuperação integram o preparo. Retirar ou conduzir o veículo depende de competências verificadas e autorização da DSE; a modalidade de membro, por si só, não concede essa autonomia.

SIRIUS · ASSISTENTE DE MISSÃO

Converse com Sirius antes de entrar em campo.

Tire dúvidas sobre as missões, explore possíveis janelas de observação e descubra o que procurar no céu.

Siriusexemplos de conversa